Propomos concentrar artigos, de autores diversos, (postados na internet, revistas ou livros) com vista a reunir num mesmo lugar o que está espalhado por ai. A intenção-maior, ao reunir as manifestações de ideias que este Blogueiro se identifica, é compartilhar o conhecimento, enfatizar o senso comum que preza pelo amor a Deus e ao próximo, que valoriza a vida humana e tudo que compõe nosso espetacular ecossistema. Não há objetivo comercial nisso. Blog principal: Belverede.

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Research | Pesquisar artigos de Cosmovisão

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Um mito que atrapalha os solteiros

Há um mito que corre entre os solteiros. Ele diz que não há mais quase ninguém solteiro, que a maioria das pessoas “boas para casamento” já está casada. A verdade é bem diferente.

Segundo o IBGE/PNAD, o número de pessoas solteiras no Brasil é de 64,3 milhões. Isso inclui todas as pessoas acima de 15 anos que se declaram não estar em nenhuma relação conjugal — mas não inclui divorciados, viúvos, separados (com eles, o número passa dos 70 milhões). O número de solteiros em nosso país também é bem acima do número de casados. Ou seja, há mais gente disponível para um relacionamento do que não.

Claramente, o problema dos solteiros não é a falta de pessoas. O problema é a falta de fé nas pessoas.

A cada dia que passa, as pessoas estão perdendo a fé nas outras. Elas têm dificuldade de acreditar, confiar. E com razão. Com tantas decepções, traições, divórcios, e safadeza que temos visto por aí, nossa primeira reação é desconfiar de quem não conhecemos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Proteja sua família do uso errôneo da tecnologia

Dez razões pelas quais dispositivos portáteis devem ser proibidos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Ao contrário do que muitos pais imaginam, o contato com as tecnologias não deixam as crianças mais inteligentes. Pesquisas científicas comprovam que o excesso ou uso precoce pode até mesmo prejudicar sua capacidade de psicomotricidade e causar danos de sapecto físico, intelectual e emocional.

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria atestam que bebês na idade entre 0 a 2 anos não devem ter qualquer exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ter acesso restrito a uma hora por dia e crianças, de 6 a 8 anos devem ter acesso restrito a 2 horas por dia. Acontece que hoje as crianças e jovens usam a tecnologia em quantidade de 4 a 5 vezes maior do que a recomendada, o que está resultando em consequências graves e ameaças virais.

Segundo pesquisa da Common Sense Media, em 2013, os dispositivos portáteis, tais como celulares, tablets, jogos eletrônicos, etc, t~em aumentado dramaticamente o acesso e uso à tecnologia, especialmente por crianças muito novas. Terapeutas ocupacionais e pediátricos têm convidado os pais, os professores e os governos a proibir o uso de todos os dispositivos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Você acha exagero? Veja a seguir 10 razões embasadas em pesquisas que provam que não:

1. Crescimento rápido do cérebro

Entre 0 e 2 anos, o cérebro da criança triplica de tamanho e continua em estado de rápido desenvolvimento até os 21 anos de idade. O desenvolvimento inicial do cérebro é determinado por estímulos ambientais ou pela falta dele. O estímulo a um desenvolvimento cerebral causado por exposição excessiva a tecnologia (celulares, internet, iPads, TV) foi mostrado afetar negativamente o funcionamento e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, aprendizagem deficiente, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de auto-regular, causando por exemplo "birras", ataques de raiva, etc.

2. Atraso no desenvolvimento

O uso da tecnologia restringe o movimento, o que pode resultar em atrasos nas funções motoras. Uma em cada três crianças agora entra na escola com atraso de desenvolvimento, impactando negativamente a alfabetização e o desenvolvimento acadêmico. O movimento aumenta a atenção e a capacidade de aprendizagem. Com isso, o uso da tecnologia por crianças com idade inferior a 12 anos é prejudicial também nesse aspecto.

3. Epidemia de obesidade

O uso da TV e vídeo game está correlacionado com o aumento da obesidade. As crianças que possuem dispositivos eletrônicos em seus quartos têm 30% de aumento na incidência de obesidade. Em locais onde o uso de gedgets na infância é ainda maior, como no Canadá e Estados Unidos, um em cada quatro canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas. E algo muito preocupante é que 30% das crianças obesas irão desenvolver diabetes e os indivíduos têm maior risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco precoce, encurtando gravemente a expectativa de vida, conforme indica dados da Center for Disease Control and Prevention 2010. Em entrevista à BBC News, o professor Andrew Prentice disse que com base na estatística, crianças do século 21 podem compor a primeira geração onde muitos não vão viver mais que seus pais, grande parte devido à obesidade. 

4. Privação do sono

Você sabia que 60% dos pais não supervisionam o uso de tecnologia de seus filhos e 75% das crianças estão autorizadas a terem tecnologia em seus quartos? Dentre essas 75% com idade 9 e 10 anos são privadas de sono e como consequência, suas notas na escola estão negativamente impactadas?

5. Doença mental

Algo ainda mais grave é que o uso excessivo de tecnologia está implicado como a principal causa de taxas crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno de apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático, mostram estudos de diferentes centros de pesquisa. Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada; muitas delas estão em uso de medicação psicotrópica perigosa.

6. Agressão

Há muito já discutido no Brasil, conteúdo de mídia violento pode causar agressividade infantil. As crianças estão cada vez mais expostas à crescente incidência de violência física e sexual na mídia hoje. Muitos jogos de vídeo game retratam sexo, assassinato, estupro, tortura, assim como fazem muitos filmes e propagandas de TV, com a diferença que os games incentivam os jogadores a cometerem os crimes. Os EUA classificaram a violência na mídia como um risco à saúde pública devido ao impacto causal sobre a agressão infantil.

7. Demência digital

Conteúdo de mídia de alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção, bem como a diminuição de concentração e da memória, devido ao cérebro eliminar trilhas neuronais no córtex frontal. Logo, crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.

8. Vícios

Como os pais foram cada vez mais presos à tecnologia e ao superativismo, eles estão cada vez mais se afastando de seus filhos. Na ausência de apego dos pais, as crianças tendem a se conectar a dispositivos, buscar interações nas redes sociais, oque pode resultar em dependência. Segundo dados de 2009, uma em cada 11 crianças com idades entre 8 e 18 anos são viciadas em alguma tecnologia.

9. Emissão de radiação

Em maio de 2011, a Organização Mundial da Saúde classificou os telefones celulares (e outros dispositivos sem fio) como um risco categoria 2B (possível cancerígeno), devido à emissão de radiação. James McNames com a Health Canada, em outubro de 2011, emitiu um aviso de advertência dizendo: "As crianças são mais sensíveis do que os adultos a uma variedade de agentes - como seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento - então você não pode dizer que o risco seria igual para um jovem adulto quanto é para uma criança". (Globe and Mail de 2011).

Mais recentemente, em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Universidade da Escola de Saúde Pública de Toronto, no Canadá, recomendou que, com base em novas pesquisas, a exposição à radiofrequência deve ser classificada como 2A (provável concerígeno) que é visto de forma mais amena.

10. Insustentável

As maneiras pelas quais as crianças são criadas e educadas com a tecnologia já não são sustentáveis. As crianças são o nosso futuro, mas como será o futuro para pessoas desde a infância com overdose de tecnologia? Expostas a tantas consequências físicas, emocionais e psicológicas? Cuidar disso é urgente! É preciso que os pais e responsáveis se mobilizem a começar cem seus lares, imponham limites, regras de uso, a fim de reduzir o uso de tecnologia por crianças.

Que tal dar uma chance para os livros, brinquedos do armário, para os amigos e, por que não, para o papel em branco? Aposto que vão sair histórias muito mais cheias de finais felizes.

Fonte: Huffington Post via Mensageiro da Paz (edição setembro de 2014).

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Jogador da Alemanha ignora Dilma em celebração de entrega das medalhas?

Durante celebração oficial da vitória alemã na Copa das copas, aparentemente, atleta ignora a Presidente Dilma recusando-se a saudá-la com aperto de mãos. Circula em redes sociais as versões de que houve cumprimento e que não houve. Tire suas conclusões ao observar as imagens.



domingo, 29 de junho de 2014

Bispo Macedo amaldiçoa aparelhos celulares de membros da IURD


Sem entrar na questão da reação irritada do líder da Igreja Universal do Reino de Deus quanto ao barulho de aparelhos tocando durante sua preleção, quero dizer que considero uma tremenda falta de respeito deixar o celular ligado durante os cultos. Desrespeito aos irmãos presentes e irreverência ao Senhor.

E.A.G.

Fonte: Canal Kerlon Iol | https://www.youtube.com/channel/UCECjSIieoPCakMJw8_AtdZw

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

José Wellington Bezerra da Costa e os costumes dos samaritanos


 






















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José Wellington Bezerra da Costa, pastor-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, presidente da Confradesp, e também presidente do Assembleia de Deus setor Belenzinho, discursou recentemente no templo-sede, bairro da Moóca em São, defendendo a manutenção de usos e costumes em sua igreja.

Wellington associa a falta de crescimento da AD Belenzinho ao fato de muitos membros abandonarem a cartilha de usos e costumes, não praticá-los ao esfriamento espiritual.

A fala não é válida como presidente da CGADB, pois o posto não lhe confere autoridade sobre pastores presidentes de outros setores assembleianos. O discurso tem peso apenas sobre o setor que ele preside e serve apenas como sugestão aos demais pares

Citando liturgias de outras denominações, incorporadas à AD Belenzinho, usou um eufemismo, chamando de adoção aos "costumes de samaritanos" a decisão de quem não aceita as imposições doutrinárias para estilo de roupa, corte de cabelos e barba, rejeição às maquiagens, jóias e bijuterias, a troca do uso da Harpa Cristã por hinos avulsos e o bater palmas durante o culto.

Opinão Belverede:

Nossa esperança é que o nobre preletor não confunda ensinos bíblicos com estatutos institucionais, não coloque usos e costumes no mesmo nível espiritual de importância da prática do fruto do Espírito, não trate a decisão da pessoa que não queira seguir tais costumes denominacionais como se fosse pecado, porque tal atitude é o mesmo que colocar a doutrina de Jesus Cristo abaixo do estatuto da Assembleia de Deus Belenzinho. Jesus em primeiro lugar, sempre!

E.A.G.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Salvem a Democracia brasileira

OXIGENAÇÃO POLÍTICA PARA FORTALECER A DEMOCRACIA 

Que me desculpem os amigos petistas. Mas é preciso dizer que já passou da hora de trocar o partido que está no Executivo Federal. O PT precisa sair para se oxigenar nas fileiras da oposição. Para não se deteriorar irreversivelmente, para não estragar o Brasil com atitudes partidaristas.

E.A.G.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Amor de praia sobe a serra?


Olá, Ismael. 

Te vi na Tv Gazeta. Acompanhei o debate perguntando se amor de praia sobe a serra. Ouvi sobre este blog. Alguns cliques e eis-me aqui.

Comentando o tema:

O amor na praia é possível. Amor de verdade acontece em qualquer lugar.

Ele pulsa forte no peito quando dois olhares se veem. Ver observando com o coração, e não apenas com o olhar comum de olhos que vagueiam sem enxergar o que há de especial dentro do seu foco.

É atração de pelo e peles, mas também de alma. 

Não está preso ao clima litorâneo, ou qualquer outro clima. Não usa de fingimentos. Não conhece o interesse egoísta que pede prazer sem entregar-se prazerosamente. Não é só aventura.

É mais que uma “apaixonite crônica”, mais que a pobre ilusão adolescente de estar dentro da novela açucarada e bobinha repetindo “eu te amo”.

É escolha consciente de querer bem outra pessoa, voluntariamente se fidelizar a alguém independente do lugar e da estação do ano em que os dois corações se conheceram. É sobrevivente da rotina, é sobrevivente do marasmo.

Abraço.

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