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Research | Pesquisar artigos de Cosmovisão

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

A teologia cristocêntrica de J. C. Ryle


"É muito ruim estar sem dinheiro ou sem saúde, ou sem teto, ou sem amigos. Porém, pior ainda é estar sem Cristo".

Quem foi J.C. Ryle? Se ainda não teve a oportunidade de saber quem foi, veja esta biografia resumida no blog Belverede.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Por que a Folha de São Paulo é opositora da Operação Lava Jato?

@SF_Moro | https://bit.ly/34tpnjW 
Faz muito tempo que eu não compro a Folha de SP em banca. E não faço questão alguma de pagar pelo conteúdo online dessa redação. A informação que chega a mim sobre a produção de conteúdo da Folha chega por terceiros. Leio-a raramente. Esporadicamente. Aleatoriamente. Nada é resultado de uma atração.

Não sou mais atraído pelas matérias da Folha. Por quê? Entre outros, mostro agora dois motivos:

• Em determinado momento, senti que quase tudo ali está contaminado pelo vírus do radicalismo esquerdista, porém, quase sempre exposto com hipocrisia, para não afastar o Leitor moderado e inteligente.

• Só os loucos contratam mentirosos prejudicá-los.
.
Recentemente, uma pessoa ex-petista fanática, agora avessa ao PT, professora universitária, que está em minha rede de contato no Facebook, comentou sobre uma matéria escrita pelo articulista Rogério Cezar de Cerqueira Leite.

Pesquisei e encontrei algo a respeito, no site Jus Brasil. [*]
 “A corrupção é quase que apenas um pretexto. Moro não percebe, em seu esquema fanático, que a sua justiça não é muito mais que intolerância moralista. E que por isso mesmo não tem como sobreviver, pois seus apoiadores do DEM e do PSDB não o tolerarão após a neutralização da ameaça que representa o PT.”
Moro respondeu, assim:
“Lamentável que um respeitado jornal como a Folha conceda espaço para a publicação de artigo como o "Desvendando Moro", e mais ainda surpreendente que o autor do artigo seja membro do Conselho Editorial da publicação. Sem qualquer base empírica, o autor desfila estereótipos e rancor contra os trabalhos judiciais na assim denominada Operação Lava Jato, realizando equiparações inapropriadas com fanático religioso e chegando a sugerir atos de violência contra o ora magistrado. A essa altura, salvo por cegueira ideológica, parece claro que o objeto dos processos em curso consiste em crimes de corrupção e não de opinião. Embora críticas a qualquer autoridade pública sejam bem-vindas e ainda que seja importante manter um ambiente pluralista, a publicação de opiniões panfletárias-partidárias e que veiculam somente preconceito e rancor, sem qualquer base factual, deveriam ser evitadas, ainda mais por jornais com a tradição e a história da Folha.”
O ataque a Sérgio Moro, em sua atuação como juiz na Operação Lava Jato, faz com que fiquemos pensando no motivo que leva um jornalista a escrever algo que faça o Leitor perder tempo. Por que produzir algo com objetivo de atrapalhar a atividade que prendeu muitos indivíduos “lesa-pátria”?

Comparo jornalistas com o atleta que corre a maratona. Só o corredor que ultrapassa a linha de chegada é vitorioso, não importa qual seja a posição em que chegou. E o maratonista que fica pela metade do circuito da corrida? Fracassou.

O jornalista, mesmo que não publique um furo de reportagem em toda a sua carreira profissional, só é considerado vencedor se realmente reportar a verdade do fato. Quem reporta meia verdade, mesmo que atuante no ofício durante 1000 anos e nunca se aposente, é fracassado. Não merece prêmio porque correu fora do circuito oficial do evento.

Considero digno de honra o profissional da imprensa que emite notas de retificação. Retificar mostra que o jornalista tem espelho moral, sabe que o Leitor merece respeito. Consigo admirar gente que sabe dizer “errei, me desculpe” e evidencia os detalhes do fato com a mesma proporção que propagou o equívoco. Admiro-os, inclusive aqueles com perfil ideológico contrário ao meu.

E.A.G.
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* Moro responde a ataque da Folha de São Paulo: 'preconceito e rancor' - https://bit.ly/2Dtlu2m

sábado, 6 de abril de 2019

Atriz Alycia Milano afirma que a Bíblia apoia o aborto e pastor a desmente

Quem é  Alyssa Milano? Ela nasceu em  19 de dezembro de 1972 no Brookln, bairro de Nova York, Estados Unidos. Filha de um editor de música e cinema e de uma desenhista de moda, é produtora, atriz, cantora e ativista política em favor do partido Democrata, ativista em campanhas da UNICEF e causas femininistas e LGBT.

De ascendência italiana, foi criada como uma cristã da igreja católica romana. Começou a representar aos sete anos no teatro, em 1985. No mesmo ano, participou de um filme de Arnorld Swarzenegger como sua filha. Fez diversos comerciais para a televisão quando ainda era criança. Gravou três discos sendo o primeiro aos dezessete anos, mas não se dedica mais a carreira musical, segue com a interpretação cênica em seriados de televisão.

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Bíblia e ciência apoiam o aborto, diz atriz; Escritor cristão rebate equívocos 

No Twitter, Alyssa fez publicações tentando conciliar a Bíblia e a ciência para apoiar sua posição pró-aborto. “Eu amo a Deus. Eu acredito em Deus. Mas não acredito que minhas crenças pessoais, que não podemos confirmar, devam anular os fatos científicos e o que podemos confirmar. ‘Se eu lhe disse coisas terrenas e você não acredita, como você pode acreditar se eu lhe disser coisas celestiais?’ João 3:12”, escreveu a atriz, sugerindo que a gravidez não seja marcada pela existência, desde o início, de uma vida humana.

O escritor e apresentador de rádio Michael Brown publicou um artigo no portal The Christian Post para contrapor as ideias de Alyssa Milano, e afirmou que “infelizmente, ela está errada em ambas as questões”.

“A Bíblia e a ciência, corretamente entendidas, são totalmente pró-vida”, afirmou Brown. “Quanto ao amor dela por Deus e sua crença em Deus, isso é entre ela e Deus. Pelo menos ela não está negando a existência d’Ele. Esse é um passo na direção certa”, ponderou.

“Quanto à sua citação da Bíblia, ao tirar as palavras do contexto, na realidade, funcionou contra ela. Fico feliz por ela achar que citar a Bíblia é importante. Nós concordamos! É só que ela não poderia ter escolhido duas testemunhas piores para defender o ‘direito’ ao aborto. Repetindo: tanto a Bíblia quanto a ciência, corretamente entendidas, são pró-vida”, enfatizou o escritor.

Em seguida, Michael Brown começou sua explicação sobre os equívocos cometidos pela atriz: “Vamos começar com as Escrituras. Primeiro, a Palavra ensina que Deus cuidadosamente e amorosamente nos formou no útero (Salmo 139:13-16); em segundo lugar, ensina a personalidade do bebê no útero (Lucas 1:41-42); terceiro, ensina o destino potencial de cada criança no útero (Gênesis 25:23; Jeremias 1:5; Gálatas 1:15)”, elencou o escritor.

A abundância de argumentos usados por Brown formou uma extensa listagem no artigo: “Quarto, ensina a importância de cuidar do ‘menor destes’, dos mais vulneráveis e feridos (Mateus 18:1-6, 10; 25:31-46); quinto, nos ensina a defender o inocente sendo levado ao abate (Provérbios 24:11-12); em sexto lugar, ensina-nos que Deus odeia o derramamento de sangue inocente, especialmente de bebês (ver, por exemplo, Jeremias 7:30-34; 17: 1-6; Provérbios 6:17)”.

Em meio à argumentação, Brown destacou que “as Escrituras também ensinam que Jesus morreu por todo pecado que cometemos – incluindo o pecado do aborto – e nos oferece perdão através da cruz”, num recado às pessoas que estiveram envolvidas em um aborto e se arrependem.

Sobre a ciência, o escritor perguntou: “O que exatamente ela tinha em mente?”. “A ciência ensina que o bebê no útero é simplesmente um aglomerado de células ou uma massa de tecido? Ensina que o feto não é humano até deixar o útero? Que não tem coração pulsante? Que não tem DNA único? Que não pode sentir dor (em um certo ponto de desenvolvimento)? Que isso pode ser deixado de lado por toda e qualquer razão? Quais ‘fatos científicos’ apoiam o aborto? Alguém pode citar um?”, criticou.

“O bebê é humano e a ciência confirma isso. Mais importante, o próprio Deus, o doador da vida, confirma isso. E essa pequena vida é preciosa à sua vista. Alguém pode realmente olhar na face de Jesus e vê-lo participando de um aborto? Alguém pode vê-lo dando aprovação a um bebê sendo fatiado, queimado ou sugado até a morte? É Alysa Milano que está entendendo mal ambas as coisas terrenas (aqui, ciência, mas novamente, este não é o ponto que Jesus estava falando em João 3:12). Não é de surpreender que ela também esteja entendendo mal as coisas espirituais”, avaliou o escritor.

Atualmente, Alyssa Milano já colheu mais de 100 assinaturas de atores para seu protesto contra a forte lei pró-vida do estado da Geórgia. “Com efeito, eles assinaram seus nomes contra a vida, contra a ciência e contra a Palavra de Deus. Eles estão verdadeiramente do lado errado da história, do lado errado da verdade, do lado errado da compaixão. Que Deus volte seus corações e abra suas mentes, como fez com muitos outros campeões pró-aborto do passado”, clamou Brown.

E.A.G.

Fonte: Bíblia e ciência apoiam o aborto, diz atriz; Escritor cristão rebate equívocos https://noticias.gospelmais.com.br/atriz-biblia-ciencia-aborto-escritor-equivocos-110495.html 

terça-feira, 2 de abril de 2019

Escritório em Jerusalém não é recuo mas planejamento de mudança paulatina, afirma Pastor Malafaia para BBC Brasil

Pastor Silas Malafaia, acompanhado do colega Claudio Duarte.
Apoio político durante disputa eleitoral ao Planalto.

Escritório em Jerusalém não é recuo e sim plano de mudança ‘paulatina’ de embaixada, diz Malafaia.

O anúncio do governo brasileiro de que vai abrir um escritório comercial em Jerusalém não deve ser visto como um recuo da promessa de mudar embaixada para a cidade sagrada, considera o pastor Silas Malafaia, e sim como parte de uma estratégia de promover a ação "paulatinamente".

"Não foi o João ou o Manoel que me disse isso, foi o presidente. Ele falou, 'olha, Silas, eu vou fazer essa mudança paulatinamente. Não vou fazer de uma vez porque não tem necessidade e nem tem pressa. O Donald Trump levou nove meses para transferir a embaixada, não vou ser eu que vou fazer em cem dias'", relata o pastor, liderança evangélica e amigo pessoal do presidente Jair Bolsonaro.

No primeiro dia de sua visita oficial a Israel, Bolsonaro anunciou a abertura de um escritório para promoção do comércio, investimento, tecnologia e inovação em Jerusalém. A medida é vista como um recuo em relação à promessa de campanha de transferir a embaixada do país de Tel Aviv para Jerusalém, a exemplo do que fizeram Estados Unidos e Guatemala.

A mudança teria efeito equivalente ao reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, posição defendida pelo governo israelense mas rechaçada pela comunidade internacional enquanto não houver acordo com os palestinos.

A cidade é considerada sagrada por cristãos, judeus e muçulmanos, e sua parcela oriental, ocupada por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967, é reivindicada também como capital de um futuro Estado Palestino. A ONU reconhece a dualidade de Jerusalém e considera a presença de Israel na parte oriental da cidade - parte de expressiva maioria árabe da população, como território ocupado.

A comunidade evangélica brasileira deseja a mudança da embaixada por motivos religiosos, e não geopolíticos - mas a promessa gerou um embaraço diplomático entre o Brasil e países árabes, e o temor de que poderia gerar embargos e sobretaxas a exportações brasileiras.

Países árabes e muçulmanos são grandes compradores de produtos agropecuários, sobretudo a carne halal, de frango e bovina, produzida conforme os preceitos islâmicos, também são vendidos a países árabes açúcar e milho.

Malafaia, entretanto, defende a mudança, e argumenta que o Brasil é "independente e soberano" para apoiar a escolha de Israel e fixar sua embaixada em Jerusalém.

"Acho que o Brasil não tem nada a perder, e não vai perder (com a mudança)", opina o pastor, minimizando o atrito que a mudança poderia gerar com os países árabes, e a preocupação de impacto negativo sobre exportações brasileiras para a região.

"Aí vão comprar de quem? Vão comprar onde? Vão retaliar o quê?", ironiza o pastor, aludindo à dificuldade que os países árabes teriam para substituir as importações brasileiras. O Brasil é atualmente o maior exportador mundial de carne halal.

"Não vamos ser subservientes. Não é o Brasil nem ninguém de fora que define a capital de um Estado soberano", diz Malafaia em entrevista à BBC News Brasil, dando pouca importância a uma eventual ruptura com a postura defendida pela ONU. "Quem diz amém para tudo que a ONU fala? Eu não conheço", diz o pastor.

Em maio do ano passado, quando a embaixada americana foi realocada para Jerusalém, protestos na Faixa de Gaza se estenderam por semanas e deixaram dezenas de mortos, a maioria palestinos. Até então, Tel Aviv era sede de todas as representações diplomáticas mundiais. A mudança adotada pelos EUA foi seguida apenas pela Guatemala por enquanto. Depois das promessas feitas por Bolsonaro, a medida "permanece em estudo", de acordo com o Itamaraty.

Após contagem de votos, que apontou-o como novo presidente do Brasil
Jair Bolsonaro agradece evangélicos e recebe oração de Silas Malafaia
 na Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).

BBC News Brasil - O anúncio do governo de instalar um escritório comercial em Jerusalém, e não a embaixada brasileira, é visto com decepção pela comunidade evangélica? 

Silas Malafaia - O Bolsonaro falou comigo sobre isso recentemente. Não foi o João ou o Manoel que me disse isso, foi o presidente. Ele falou, "olha, Silas, eu vou fazer essa mudança paulatinamente. Não vou fazer de uma vez porque não tem necessidade e nem tem pressa. O Donald Trump levou nove meses para transferir a embaixada, não vou ser eu que vou fazer em cem dias".

Ele me falou: "Eu vou fazer (a mudança da embaixada) porque essa é a verdade. Aquilo lá é a capital eterna e indivisível desses caras". Jerusalém nunca foi capital de Estado árabe na História. Foi fundada pelo rei Davi 3 mil anos atrás. É a soberania de uma nação (Israel). Não somos nós que temos que dizer onde eles têm que colocar sua capital.

E vocês vejam o que Bolsonaro fez lá e que ninguém faz, indo com o primeiro-ministro (de Israel, Benjamin Netanyahu) visitar o Muro das Lamentações. Vejam a ousadia do camarada.

BBC News Brasil - O senhor acredita que não houve um recuo?

Malafaia - Não tem recuo nenhum. Ele falou para mim que vai fazer por etapas. Ele não está abrindo o escritório dizendo que esta é a decisão final. Ele vai fazer paulatinamente.

Se você analisar a personalidade do Bolsonaro, vai ver que aquilo em que ele crê ideologicamente ninguém tira desse cara. Ele pode fazer recuos estratégicos por causa de política de governo, ok. Agora, aquilo que faz parte da convicção dele... Aí, minha filha...

Pode escrever aí que o pastor Silas está fazendo uma aposta. Quem disser que Bolsonaro está arregando ou dando um passo atrás abrindo esse escritório vai passar vergonha no futuro.↓4 BBC News Brasil - Mas a mudança significaria uma ruptura do Brasil com a postura neutra adotada pela comunidade internacional no Oriente Médio, e poderia gerar atrito com países árabes.

Malafaia - Que atrito? Eles vão deixar de comprar o quê, por acaso?

BBC News Brasil - Os países árabes têm parcerias importantes com o agronegócio brasileiro. Importam açúcar, carne, milho...

Malafaia - Mas aí vão comprar de quem? Vão comprar onde? Vão retaliar o quê? Para mim, isso tudo é papo. Isso tudo faz parte do jogo político. O Brasil é independente e soberano. Não vamos ser subservientes. Não é o Brasil nem ninguém de fora que define a capital de um Estado soberano. Israel é uma nação soberana e tem direito de escolher sua capital. Acho que o Bolsonaro reconhecer isso não é mais do que reconhecer aquilo a que o país tem direito.

Acho que o Brasil não tem nada a perder, e não vai perder (se mudasse a capital para Jerusalém). Não estou nem falando de um viés espiritual sobre Israel, que é a nossa crença, e sim na soberania de um Estado escolher sua capital. E na soberania de uma nação (o Brasil) de escolher se reconhece ou não. Quem é que obedece a toda resolução da ONU? Quem diz amém para tudo que a ONU fala? Eu não conheço.

Para fazer isso (mudar a capital), tem que ter peito, tem que ser audacioso. O Bolsonaro vai ter que ser macho para fazer. Eu acho que ele é. Não estou falando de masculinidade. Estou falando de ser corajoso. O que marca uma liderança é a coragem.

BBC News Brasil - Mas e se o recuo for definitivo e a mudança não ocorrer?

Malafaia - É importante que aconteça. Se não ele vai entrar naquela de outros governantes, que prometem coisas e não fazem. Não fomos nós que exigimos. Foi ele que prometeu fazer isso.

Se for para voltar atrás é melhor não prometer, não é? Por que fazer promessa se não vai cumprir? Eu acho que vai ficar chato para ele se ele não cumprir. Os evangélicos tiveram um peso forte em sua eleição. É uma comunidade para ele pensar direitinho.

BBC News Brasil - Por que a relação com Israel e a mudança da embaixada é tão importante para a comunidade evangélica?

Malafaia - É importante para nós porque é uma promessa que está na Bíblia. Está lá no livro de Gênesis, quando o Senhor diz para Abrãao, que é o pai de Israel: "Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei os que te amaldiçoarem".

BBC News Brasil - A promessa de mudar a embaixada para Jerusalém ajudou Bolsonaro a obter apoio evangélico nas eleições? 

Cremos que quando uma nação abençoa Israel, ela é abençoada. Cremos nisso por princípio de fé. Cremos que uma posição de Bolsonaro a favor de Israel vai abençoar a nossa nação e o seu governo. Isso é um princípio para o mundo evangélico, para o mundo cristão, para quem obedece a Bíblia.↓4 BBC News Brasil - A promessa de mudar a embaixada para Jerusalém ajudou Bolsonaro a obter apoio evangélico nas eleições?

Malafaia - Não. Isso não foi exigência da comunidade evangélica. O Bolsonaro disse espontaneamente que reconhecia Jerusalém como capital, e nós da comunidade evangélica aplaudimos, porque temos uma visão espiritual sobre Israel.↓4 Nenhum líder evangélico condicionou isso ao apoio. Não conheço uma liderança evangélica que botou a faca no pescoço desse cara (o Bolsonaro) para dizer que, se ele não fizesse isso, não teria o nosso apoio. Veio dele espontaneamente, e teve o nosso apoio. Foi promessa de campanha dele para o mundo evangélico.

BBC News Brasil - Estamos chegando aos cem dias do governo Bolsonaro depois de uma semana conturbada, marcada por discussões com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. O apoio evangélico sofreu algum abalo?

Malafaia - Ele continua tendo o apoio dos evangélicos. Mas ainda está cedo para falar sobre o governo Bolsonaro. O cara pegou um Estado em crise, com 14 anos de governo de desastre de corrupção.

Leva um tempo até ele ver quem é quem, até aprendiz de presidente tomar as rédeas da máquina. Eu acho uma covardia estúpida cobrar do cara com cem dias de governo. Ele está promovendo uma mudança de eixo, de paradigma. Então vai gerar crise, vai gerar atrito, até acertar. Vai cair ministro. Isso para mim é normal.

Divulgação.

BBC News Brasil - Mas a crise no MEC, a lei orçamentária aprovada às pressas pela Câmara essa semana, desdobramentos como esses não são graves para o governo?

Malafaia - Não acho, não. Todo mundo sabe que toda a política do Brasil era de toma-lá-dá-cá, desde a época do Fernando Henrique Cardoso. Dava-se ministério em troca de apoio político. O Bolsonaro não fez isso.

Então o que estamos vendo não é rusga, é guerra de poder. Aquilo que todo mundo queria e reclamava, o cara está fazendo. Então estão reclamando de que?

BBC News Brasil - Os parlamentares estão reclamando de falta de diálogo, de negociação, de articulação política...

Malafaia - Eu acredito que ele tem que melhorar muito no diálogo político. Ele tem que aprender. Está errando, vai ter que acertar coisas. Não estou dizendo que ele acertou todas.

Mas como é que vai se cobrar energicamente de um cara? Qual é a acusação, camarada? Ele não está fazendo aquilo que a sociedade brasileira pedia? Ele não fez acordos com partidos dando ministérios. Isso não é vantagem?

Então vai ter crise. Porque ninguém dá poder de graça. Não estou dizendo que ele está acertando tudo. Vai ter que dialogar mais e ter um viés politico. Mas acredito que ele tem muito boa vontade e desejo de acertar.

BBC News Brasil - O governo tem diferentes grupos de influência - a ala militar, a equipe econômica, os filhos do presidente, Olavo de Carvalho... Essas influências têm sido equilibradas, a seu ver?

Malafaia - Eu acho que o Olavo de Carvalho tem uma influência maior do que o tamanho dele. Mas eu aprendi uma coisa. Cada um ouve quem quer. Eu não vou brigar com o Bolsonaro porque está ouvindo mais o João ou o Manoel. Ele que tem que saber quem interessa para ele.

BBC News Brasil - E a participação de seus filhos no governo?

O vereador do Rio Carlos Bolsonaro, filho do presidente,
 é alvo de críticas por sua participação no governo federal.
Malafaia - Eu não acho que eles têm um peso grande. Filho é filho, tem uma influência. Os garotos são até bem-intencionados. Querem ver o governo do pai se dar bem. De vez em quando exageram. Porque tudo que eles falam tem o peso de vir do filho do presidente.

Tudo na vida tem um preço a pagar. Você tem filhos políticos, então qualquer deslize o pau vai comer. Eu acho que os garotos do Bolsonaro cometem alguns erros, mas querem ver o Brasil melhor. E não estão nomeando todo mundo. Os caras mais fortes no governo são os militares.

BBC News Brasil - Os evangélicos têm sido ouvidos pelo governo?

Malafaia - De nós, evangélicos, podem falar o que quiser. Nós fomos o peso da eleição de Bolsonaro. E quem é que nomeamos? Eu não conheço. A Damares (ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) é evangélica, é uma mulher inteligente, tem sua competência. Mas sua escolha não teve nada a ver com a bancada evangélica. O cara político mais próximo dele era o (pastor evangélico e ex-senador) Magno Malta, e não ganhou cargo nenhum.

Eu acho o Bolsonaro certo na questão do toma-lá-dá-cá, mas acho também que quem vence vai compartilhar o poder com quem é aliado. Isso é democrático. Isso não é corrupção.

Então se militar nomeia, é a nova política. Se os filhos nomeiam, é nova política. Mas se um deputado indica alguém é ladrão? Eu não sou dessa opinião. Todo político é ladrão, e só militar que é honesto? Ou só é honesto se for da família? Eu não concordo. Acho que política se faz assim: destes cargos eu não abro mão, mas esses eu posso dar politicamente para compor a minha base. Não acho que isso seja corrupção.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47763132 

sábado, 23 de março de 2019

Rodrigo Maia faz birra infantil querendo barganhar a aprovação da Reforma da Previdência

RODRIGO MAIA, Presidente da Câmara dos Deputados. ameaça deixar a articulação da pauta Reforma da Previdência. Acompanhe com atenção esta atitude irresponsável, eleitor. Ele está usando a necessidade de aprovação da reforma em troca de interesses próprio? Anote, para não esquecer quando ele aparecer pedindo voto outra vez. O assunto é sério e ele faz birra infantil, talvez porque esteja acostumado com a policagem do toma-lá-da-cá, que Bolsonaro prometeu em campanha não fazer.

Gente assim tem que ser varrida do meio político.


terça-feira, 5 de março de 2019

Marco Feliciano denuncia “intolerância religiosa promovida com dinheiro público”


O deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP) manifestou sua contrariedade com a maneira como a escola de samba Gaviões da Fiel retratou Jesus sendo “derrotado” pelo diabo durante o desfile no Carnaval deste ano.


O assunto foi um dos mais comentados nas redes sociais nos últimos dias e gerou indignação de evangélicos e católicos que viram uma afronta à sua fé. O coreógrafo da escola, Edgar Júnior, chegou a dizer na televisão que o seu objetivo era “chocar” e “mexer com a fé”.

No vídeo divulgado por Feliciano em suas redes sociais, o pastor lamenta que “peças carnavalescas foram usadas para vilipendiar, humilhar, destruir e profanar os símbolos cristãos”. Chamando o desfile da Gaviões de “heresia”, classificou de “ataque gratuito e desnecessário” à fé de 88% dos brasileiros, sendo, portanto, “inadmissível”.

“O meu Jesus não precisa de defesa, ele é a própria justiça. Mas eu tenho todo direito de ficar indignado e como legislador, isso não é o que quer o povo que represento”, asseverou.

Terminou lembrando que há financiamento público para festas populares e que ele, como legislador, “ensejará esforços” para que essa prática acabe e o Carnaval não seja mais financiado pelos pagadores de impostos.


"Inadmissível! Não podemos nos calar diante de situações como esta!"
(Marco Feliciano)

 www  .  facebook.com/  PastorMarcoFeliciano/ 


Fonte: Gospel Prime - https:// bit.ly/ 2HhpZjR

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Parlamentares pedem liberdade de pregação e direito de recusar fazer casamento gay

Bancada evangélica vai apresentar projeto para especificar e delimitar lei da homofobia.

A bancada evangélica, com parlamentares da Câmara e do Senado, pretende apresentar projeto especificando o que seria passível de punição no caso de o Supremo Tribunal Federal (SFT) criminalizar a homofobia. A ação está sendo julgada desde o último dia 13/02, e já tem dois votos favoráveis.

Por enquanto, a ação está suspensa pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, que disse não poder confirmar quando o julgamento sobre a criminalização da homofobia deve ser retomado na Corte, afirmando apenas que isso ocorrerá “provavelmente” neste semestre.

O julgamento da ADO 26 foi suspenso com quatro votos favoráveis a enquadrar a homofobia como uma forma de racismo. O julgamento foi suspenso com quatro votos favoráveis a enquadrar a homofobia como uma forma de racismo.

Pelo atual ordenamento jurídico, a tipificação de crimes cabe ao Poder Legislativo, responsável pela criação das leis. O crime de homofobia não está tipificado na legislação penal brasileira.

Até o momento, Celso de Mello, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso votaram a favor da criminalização da homofobia pelo Judiciário, na forma do crime de racismo, diante da “omissão do Congresso”.

Ainda devem votar os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e o próprio Toffoli.

Continuar pregando

Para a bancada evangélica, há consenso de que agressões, físicas ou verbais, não serão toleradas. Mas os parlamentarem querem preservar a liberdade religiosa de se negarem a realizar uniões homoafetivas ou para poderem continuar pregando que relação entre pessoas do mesmo sexo é pecado.

Antes, porém, a bancada vai aguardar o resultado no STF para “modular” o que vier do Judiciário.

Um representante da bancada evangélica e um líder religioso receberam sinalização do Palácio do Planalto de que o governo apoiará a iniciativa.

Para o núcleo mais próximo de Jair Bolsonaro não é bom provocar abalos sísmicos na relação com os evangélicos no momento em que o governo busca apoio para alterar a Previdência.


Opinião deste blogueiro:

STF se destaca mal outra vez ao legislar no lugar da Câmara dos Deputados

É de causar asco saber que um Ministro do Supremo Tribunal Federal afirmou que a Câmara dos Deputados é omissa. Se sim ou não é outro assunto.

Não é à toa que muitos brasileiros consideram que o Supremo Tribunal Federal deixou de ser uma instituição séria e digna de respeito. A maioria dos casos a serem julgados lá caminham na mesma velocidade dos passos da tartaruga. Pode ser impressão errada, mas parece que se os casos não tiverem nomes famosos envolvidos e não existir a cobertura da imprensa no andamento deles, então os casos são postos na vala da protelação.

Apesar da morosidade no andamento de casos que estão em espera prolongada no STF, os Eminentes Ministros se ocupam demoradamente com pautas que são da competência de Deputados Federais e Senadores.

Ora, apenas os parlamentares são de fato representantes dos brasileiros no que tange a criar e modificar leis. Então, eles que legislem, pois são representantes legítimos da Nação para fazer isso.

Os Ministros do #Supremo, embora sejam grandes autoridades em leis, não são agentes da Legislatura. Para legislar, seria mais bonito que antes eles pedissem saída do exercício da #Magistratura e enfrentassem o pleito eleitoral, provassem que o povo os quer legislando através dos números de votos que o cidadão de bem lhes deu. Se escolhidos pelo povo para trabalharem no Legislativo, na Câmara ou #Senado, os ministros do STF teriam autoridade moral para estipular leis. E eu vibraria em ver qualquer um dos ministros tendo no seu bojo o meu voto!

Será que começamos a colocar bugalhos na panela? Que sabor esse veneno tem?

Opinião publicada originalmente no perfil pessoal hospedado no Facebook em 21 de fevereiro de 2019 às 21h23.

E.A.G.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Jovem cristã morre ao ser atacada em estupro coletivo na Índia

Mulheres cristãs louvam a Deus na Índia.

A morte de uma jovem cristã que vive na Índia tem sido tratada como perseguição religiosa, expondo a violência de grupos radicais hindus que são maioria naquele país.


A jovem cristã chamada Ashani, 19 anos, foi encontrada morta pendurada em uma árvore, com sinais de violência sexual após ficar noiva de um rapaz hindu.

Na cultura local as jovens se casam cedo e na comunidade cristã não há homens solteiros, fazendo com que Ashani se interessasse por um jovem hindu, pedindo então autorização dos pais para se casar.

“Encontrar um marido cristão aqui é difícil. É por isso que os pais dela cederam ao desejo dela. Não podemos questionar agora, seria desrespeitoso”, disse um cristão local ao comentar o caso. “Muitas meninas na Índia se casam mais jovens”, explicou.

A família disse que antes da autorização para o casamento, avisaram ao jovem hindu que a Ashani era cristã e que deveria ser respeitada em sua crença, apenas 42 horas depois de confirmarem o noivado a jovem foi encontrada morta.

Fonte: JM Notícias | http:// www. jmnoticia. com. br 

sábado, 22 de julho de 2017

Comediante Jim Carrey prega sobre salvação em Cristo em centro de recuperação de usuários de drogas

Por Jarbas Aragão

O famoso ator Jim Carrey fez um discurso recente sobre sua fé em Jesus Cristo em um ministério cristão que se dedica a ajudar na recuperação de usuários de drogas e ex-presidiários. Após ser apresentado pelo líder cristão que dirige o local, ele declarou: “Esta sala está cheia de Deus”.

Em seguida, afirmou que tem passado por momentos difíceis em sua vida nos últimos anos e que “o sofrimento leva à salvação.” Disse ainda que Jesus sofreu mais que todos na cruz, mas escolheu o caminho da submissão a Deus e o perdão e que todos deveriam fazer o mesmo.

Com o nome de Homeboy Industries, a organização visitada por Carrey fica em Los Angeles e seu foco é auxiliar pessoas que estiveram envolvidas em gangues. Além de oferecer ajuda com advogados, eles também pagam pela remoção de tatuagens com os nomes das gangues e auxiliam as pessoas a procurarem emprego e “começar de novo”.

“Vocês estão aqui e isso indica que estão tomando uma decisão: trilhar o caminho do perdão e graça. Assim como Cristo fez na cruz. Ele sofreu terrivelmente e deu tudo por nós, a ponto de morrer”, assegurou o ator em uma mistura de testemunho e pregação.

“Usar o sofrimento e transformá-lo em compaixão e perdão é o que abre as portas do céu para todos nós. Isto é o que eu desejo para todos vocês e eu quero isso para mim também”, assegurou, sento bastante aplaudido.

Carrey tem um histórico de envolvimento com drogas e deve ir a julgamento nos Estados Unidos pela morte de uma ex-namorada.

Embora ele não tenha vindo a público anunciar sua conversão a Cristo, o vídeo onde ele aparece pregando sobre Jesus tem chamado a atenção da mídia como um indício de que o ator teve uma mudança de vida recentemente.



Fonte: Hello Christian via Gospel Prime - noticias . gospelprime . com.br/ jim-carrey-prega-salvacao-em-cristo/ 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Deputado Ezequiel Teixeira discute com Jean Wyllys durante protesto contra ideologia de gênero

Por Tiago Chagas

A cruzada protagonizada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em defesa da ideologia de gênero, movendo ações contra cidades que proibiram seu ensino nas escolas públicas, motivou uma discussão entre os deputados Ezequiel Teixeira, Jean Wyllys e Maria do Rosário.

Teixeira (Podemos-RJ), membro da bancada evangélica, é um dos que vêm se manifestando contra a imposição da ideologia de gênero por parte do Poder Executivo, com a anuência do Ministério Público. O tema é debatido há anos, e no Poder Legislativo, a proposta foi recusada, mas essa determinação foi ignorada no governo Dilma Rousseff (PT) e levada adiante pelo Ministério da Educação.

O parlamentar evangélico fez um discurso no Plenário criticando a imposição do tema, e afirmou que o Brasil deveria fazer com que essa agenda fosse “banida da nossa sociedade urgentemente”, pois é uma doutrinação disfarçada de “luta contra o preconceito”.

Ezequiel Teixeira, que lidera a igreja Vida Nova, em Irajá (RJ), frisou que os valores da sociedade brasileira, majoritariamente cristã, são opostos à ideologia de gênero, e que a abordagem sobre sexualidade junto às crianças é “dever e direito dos pais e responsáveis”, e por isso, “o Estado não pode interferir nesse poder familiar”

De acordo com informações da coluna Radar Online, da revista Veja, o parlamentar classificou como um “acinte às famílias” a tentativa de Janot e parlamentares de esquerda de impor a ideologia de gênero às crianças, que ainda não têm total compreensão do que se trata o assunto.

No discurso, o parlamentar evangélico afirmou que a “ofensiva” do procurador-geral Rodrigo Janot tem contornos de “autoritarismo” e disse que ele “segue a cartilha da extrema-esquerda para impor às nossas crianças essa bizarra e imoral ideologia de gênero”.

Jean Wyllys (PSOL-RJ) pediu um aparte e defendeu a ideologia dizendo tratar-se de uma “agenda de equidade de gênero e combate ao bullying homofóbico”, e acusou os evangélicos de preconceito e demonstrou ter total confiança de que o procurador-geral está comprometido com a militância LGBT: “Escola não é lugar de proselitismo religioso… Os deputados podem dizer o que for, que Janot vai garantir o direito a uma educação livre de violência homofóbica”, afirmou o deputado ex-BBB.

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terça-feira, 30 de maio de 2017

Cinco benefícios ao beber água



O hábito de beber água é simples e fácil de colocar em prática e também é muito acessível. Você deve estar pensando “Eu já ouvi isso antes”.

Claro que já ouviu! Beber água é fundamental. Este guia vai lhe ensinar de maneira prática como beber mais água e se manter hidratado 24 horas por dia. Se você já tem o hábito de beber de 3 a 4 litros de água de boa qualidade todos os dias, não precisará ler este material. Precisamos focar e reaprender o básico, porque podemos nos tornar indiferentes sobre esta necessidade de beber água, apesar de sabermos de sua importância. [Continuação desta leitura no blog Belverede].

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Trump assina ordem de liberdade religiosa: `Pessoas de fé não podem ser intimidadas´




O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinou nesta quinta-feira (4) uma ordem executiva para assegurar liberdade religiosa. Como já era esperado, a assinatura ocorreu durante a celebração do Dia Nacional da Oração, no Rose Garden, em Washington (EUA).

A nova política pode significar duras perdas para a militância LGBT e também movimentos ateístas ou pró-abortos, que têm se lançado contra comunidades cristãs, nos EUA. A ordem também pode ser mais um passo em direção às organizações religiosas se posicionarem de forma mais firme em questões políticas. 

"A fé está profundamente enraizada na história de nosso país, no espírito de nossa fundação e na alma de nossa nação", disse Trump durante o encontro, realizado com líderes religiosos e funcionários da Casa Branca. "Não permitiremos que pessoas de fé sejam alvejadas, intimidadas ou silenciadas". 

O presidente declarou que seu governo seria "líder pelo exemplo" sobre a liberdade religiosa nos Estados Unidos. 

"Estamos dando de voltas às nossas igrejas suas vozes", disse Trump. 

Líderes religiosos oraram no Rose Garden, antes que Trump assinasse a ordem executiva. 

Trump prometeu durante sua campanha eleitoral, que iria revogar a Emenda Johnson, que proíbe organizações isentas de impostos como igrejas, de estabelecerem um posicionamento político. Sua ordem executiva relaxa a aplicação de multa sobre a infração desta emenda. Enquanto a ordem executiva sinaliza uma promessa mantida, a revogação completa da emenda Johnson exigiria outras ações do Congresso.

A ordem executiva, chamada "Promovendo a Liberdade de Expressão e Liberdade Religiosa", também dá o direito às empresas que se opõem a uma normativa do programa Obamacare sobre a contracepção em saúde. Isso se baseia no caso da rede de lojas 'Hobby Lobby' no Supremo Tribunal, em 2014.

A empresa se recusou a fornecer às suas funcionárias, pílulas contraceptivas, porque considerava que esta era uma violação da Lei de Restauração Liberdade Religiosa.

Em outros casos, profissionais como confeiteiros, fotógrafos e floristas cristãos foram condenados em tribunais norte-americanos por se recusarem a atender a encomendas ou prestarem serviços para casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Estes profissionais alegaram que não gostariam de trabalhar em algo que ia contra os seus princípios de fé. 

Grupos cristãos e conservadores dos Estados Unidos também celebraram a assinatura da ordem executiva. 

"A temporada de caça aos cristãos e outras pessoas de fé está chegando ao fim na América e estamos ansiosos para ajudar o governo Trump a restaurar totalmente a Liberdade da Primeira Emenda", disse o presidente do Conselho de Pesquisa Familiar, Tony Perkins, em um comunicado.

Fonte: Guia-me via CPAD News | 04/05/2017 - 16h10 | http : // www . cpadnews . com . br / universo - cristao /39257/ trump - assina - ordem - de - liberdade - religiosa : - pessoas - de - fe - nao - podem - ser - intimidadas html 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Tempo que foge!



Por Ricardo Gondim

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Reinaldo Azevedo: que fetos humanos sejam protegidos pelo Ibama tal qual são os ovos de tartaruga


Tartarugas são animais protegidos, como sabemos. Eu aposto que há mais ONGs empenhadas em salvá-las do que entidades dedicadas ao combate ao aborto. Mas não são apenas as tartarugas nascidas que estão sob tutela. Não! Não só é proibido comer a carne do bicho como também é proibido se alimentar de seus ovos, hábitos de várias comunidades no Brasil que foram postos na ilegalidade.

Se alguém argumentar que um ovo de tartaruga ainda não é uma tartaruga, será tomado por idiota ou cínico. Porque é certo, salvo algum evento da natureza, que, lá vem um quase-poema concreto, no ovo está o novo que renova o velho.

Por alguma estranha razão que ainda não foi suficientemente explicada — e não há um só abortista que tenha conseguido fazê-lo — há quem considere que o “ovo” humano não contém o humano.

Dona Eleonora comparou um aborto a uma infecção, ao vírus da AIDS, ao crack. A imoralidade dessa gente me obriga a animalizar o humano para protegê-lo de certos humanos. Que o feto da nossa espécie ganhe o status de um ovo de tartaruga!

Que o Ibama cuide dos fetos do Homem, já que os humanistas de Dilma o consideram um vírus a ser combatido por políticas públicas!

Leia também: Antes de abrir a boca para defender o aborto...


Reinaldo Azevedo: que fetos humanos sejam protegidos pelo Ibama tal qual são os ovos de tartaruga

sexta-feira, 1 de julho de 2016

ONU - a maior instituição mundial violadora de direitos humanos


Foto: REUTERS/Leonhard Foeger 

Por Jarbas Aragão

Um relatório recente da Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está causando grande debate na Europa. Segundo a avaliação do grupo de observadores da ONU que visitou o Reino Unido, há preocupação com o fato de crianças serem obrigadas a participar de serviços religiosos e de cultos.

Frequentar a igreja poderia ser uma “violação dos direitos humanos”, afirmam os responsáveis pelo Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. Portanto, recomendaram que o governo “revogue as disposições legais sobre frequência obrigatória a encontros de adoração coletiva”.

Seguindo uma tradição histórica, a maior parte do sistema educacional do Reino Unido está nas mãos de igrejas. Até o quinto ano, a participação em cultos religiosos faz parte das atividades, como aulas de ensino religioso. Só estão dispensadas caso os pais não autorizem ou pertençam a outra fé. O material compila 150 recomendações, apontando que a Grã-Bretanha pode estar violando a Carta da ONU sobre os Direitos da Criança em vários aspectos. No relatório não existe qualquer menção de violação de direitos humanos por parte da comunidade islâmica, que administra várias escolas.

Possivelmente por que o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos é Zeid Ra’ad Al Hussein, um príncipe jordaniano, que professa a fé muçulmana. Também foi ignorado o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, que garante a todo ser humano a “liberdade de manifestar sua religião ou crença”, em público ou em particular.

David Burrowes, um parlamentar conservador, afirma que esse relatório, deve ser jogado no lixo, que é o seu lugar devido. “O ato coletivo de adoração não é um exercício de doutrinação. É reconhecer e respeitar a herança cristã do país e dar às pessoas uma oportunidade para refletirem”, disparou. Burrowes aproveitou para fazer uma cobrança séria: “A ONU deveria passar mais tempo fazendo o seu principal trabalho, de prevenção das guerras e do genocídio, em vez de meter o nariz nas salas de aula de outros países”.

Ele se referia ao fato da Organização se negar a reconhecer que existe um genocídio contra os cristãos em andamento no Oriente Médio.

Com informações de CBN via contatos no Facebook.
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Título original da matéria: ONU afirma que levar crianças à igreja é “violação dos direitos humanos”

segunda-feira, 14 de março de 2016

Eu também não gosto de "histórias de bicha"!


Velho Chico, novela de Benedito Ruy Barbosa (Rede Globo, às 21 horas, de segunda a sábado. O diretor Luiz Fernando Carvalho no sertão de Alagoas com Cyria Coentro e Chico Díaz
Foto: Caiuá Franco/TV Globo

Izaldil Tavares de Castro

O novelista Benedito Rui Barbosa ousou expressar o que pensa sobre "histórias de bicha". Pronto! Acendeu uma fogueira alimentada até por um colega dele - de profissão - Aguinaldo Silva, que aproveitou a deixa para espinafrar de modo desonroso, como lhe é comum.

Ora, o novelista pode escrever capítulos e mais capítulos de uma novela, mas não pode expressar o que pensa? Que paisinho é este?

EU TAMBÉM NÃO GOSTO DE "HISTÓRIA DE BICHA"; escrita para enfiar goela abaixo de uma população o que seja interesse imundo de um novelista, de uma rede de televisão ou de um ou dois deputados.

NÃO SOU INIMIGO DE HOMOSSEXUAIS, mas não apoio, não propago, não defendo suas práticas. Ora, se não apoio o que eles fazem, significa que NÃO GOSTO DE "HISTÓRIAS DE BICHA".

Algum problema? Alguma ofensa? Nenhum problema; nenhuma ofensa!

Espero que a população brasileira, que vai às ruas, buscando um país decente, íntegro, ético em todos os sentidos, temente a Deus (pois a maioria se confessa cristã), venha, como eu, manifestar-se a respeito desse mais recente episódio de imposição de costumes inaceitáveis, provindos da vontade de alguns desajustados do quadro televisivo e também da política nacional.

Concluindo, já verifiquei que entre os próprios adeptos da homossexualidade que é estabelecida uma diferença entre "homossexual" e "bicha". EU TAMBÉM NÃO GOSTO DE "HISTÓRIAS DE BICHA"!

Fonte: União de Blogueiros Eevangélicos

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Consumismo que consome o consumidor

As pessoas recebem enxurradas de publicidade que passam a ideia mentirosa de que comprar leva-as a serem realizadas como gente. É praticamente impossível fugir dessas propagandas, pois elas são veiculadas via televisão, rádio, internet, revistas e jornais impressos, outdoors... E existe tanta gente se deixando ludibriar por esta mensagem!
Olá! 

As pessoas recebem enxurradas de publicidade que passam a ideia mentirosa de que comprar leva-as a serem realizadas como gente. É praticamente impossível fugir dessas propagandas, pois elas são veiculadas via televisão, rádio, internet, revistas e jornais impressos, outdoors... E existe tanta gente se deixando ludibriar por esta mensagem!

As perguntas básicas que todo consumidor deveria fazer antes de comprar, são:

• preciso de 50 pares de sapato?
• é necessário ter o último modelo de smartphone?
• consigo usar cinco automóveis ao mesmo tempo?

E.A.G.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Somos irmãos

José Wellington Bezerra da Costa

João era um apóstolo que não se contentava em estar somente perto de Jesus, mas havia ocasiões em que ele se reclinava à altura do peito de Jesus para um contato mais afetuoso. Ele demonstrava profundo desejo de estar bem perto do coração do Mestre. Não foi por acaso que ficou conhecido como o apóstolo do amor.

Este homem recebeu de Deus a graça para anunciar ao mundo a visão apocalíptica. E por causa do seu testemunho o imperador Domiciano o deportou para a Ilha de Patmos, pensando que a solidão do desterro silenciaria para sempre a sua voz. Por causa da excelência das revelações, é possível que João fosse tratado como um ser sobrenatural por alguns ou, talvez, em função do seu desterro fosse ele desconsiderado por outros. Por essa razão, João escreveu: "Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo" - Apocalipse 1.9.

E o que é um irmão? O irmão legítimo é filho do mesmo pai e da mesma mãe, é aquele que é criado no mesmo ambiente, desfrutando o cuidado e o aconchego de um lar. Irmão é aquele que traz no seu próprio ser alguns traços biológicos dos pais e corre na sua própria veia o sangue do seu irmão.

No recôndito do seu coração ele tem um lugar reservado para o seu irmão. Mesmo discordando de alguma coisa, mas, quando necessário se faz, aquele amor emerge em defesa do irmão.

Por ser irmão, ele ama; reparte o que Deus lhe deu com se irmão, cuida dos interesses do irmão e, é capaz até de fazer sacrifício ao irmão necessitado. João dizia na sua carta que ele pertencia a mesma família, que tinha como pai o mesmo Senhor, que havia recebido do mesmo Espírito, da mesma Palavra, do mesmo convívio, e que esta formação o identificava como irmão.

Tenho viajado por vários países e, onde chego, sou recebido com muito afeto, como se já conhecesse aquelas pessoas há muitos anos. Mas, por sermos da mesma origem espiritual, em Cristo Jesus, sou recebido como membro da família, como um irmão que chegou da viagem, porque a distância não descaracteriza o amor.

Entendo que quando Paulo falou a respeito da família de Deus (Efésios 2.19), de que não somos mais estrangeiros, ele falava também do mesmo Pai (versículo 18) e do verdadeiro amor que deve existir entre nós, irmãos.

Somos irmãos, ainda que de origens, naturalidades ou cultura diferentes mas, em Jesus, nos tornamos parte dessa família, nos tornamos membros do corpo de Cristo, a Igreja. Ainda que haja a hierarquia ministerial, somos irmãos. Quantas vezes sofremos, choramos, e clamamos ao Senhor ao tomar conhecimento de problemas graves que nossos irmãos enfrentam.

Nós somos os irmãos da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Como presidente nunca deixei de ser irmão de todos aqueles que professam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo e que têm sobre si a responsabilidade de liderar o trabalho do Senhor. Deus tem feito aumentar a cada dia este amor fraterno e a cada dia procuro me identificar ainda mais com esses irmãos.

Mensageiro da Paz, ano LXVIII, nº 1334, maio de 1998, página 6, coluna Palava do Presidente da CGADB

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Um mito que atrapalha os solteiros

Há um mito que corre entre os solteiros. Ele diz que não há mais quase ninguém solteiro, que a maioria das pessoas “boas para casamento” já está casada. A verdade é bem diferente.

Segundo o IBGE/PNAD, o número de pessoas solteiras no Brasil é de 64,3 milhões. Isso inclui todas as pessoas acima de 15 anos que se declaram não estar em nenhuma relação conjugal — mas não inclui divorciados, viúvos, separados (com eles, o número passa dos 70 milhões). O número de solteiros em nosso país também é bem acima do número de casados. Ou seja, há mais gente disponível para um relacionamento do que não.

Claramente, o problema dos solteiros não é a falta de pessoas. O problema é a falta de fé nas pessoas.

A cada dia que passa, as pessoas estão perdendo a fé nas outras. Elas têm dificuldade de acreditar, confiar. E com razão. Com tantas decepções, traições, divórcios, e safadeza que temos visto por aí, nossa primeira reação é desconfiar de quem não conhecemos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Proteja sua família do uso errôneo da tecnologia

Dez razões pelas quais dispositivos portáteis devem ser proibidos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Ao contrário do que muitos pais imaginam, o contato com as tecnologias não deixam as crianças mais inteligentes. Pesquisas científicas comprovam que o excesso ou uso precoce pode até mesmo prejudicar sua capacidade de psicomotricidade e causar danos de sapecto físico, intelectual e emocional.

A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria atestam que bebês na idade entre 0 a 2 anos não devem ter qualquer exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ter acesso restrito a uma hora por dia e crianças, de 6 a 8 anos devem ter acesso restrito a 2 horas por dia. Acontece que hoje as crianças e jovens usam a tecnologia em quantidade de 4 a 5 vezes maior do que a recomendada, o que está resultando em consequências graves e ameaças virais.

Segundo pesquisa da Common Sense Media, em 2013, os dispositivos portáteis, tais como celulares, tablets, jogos eletrônicos, etc, t~em aumentado dramaticamente o acesso e uso à tecnologia, especialmente por crianças muito novas. Terapeutas ocupacionais e pediátricos têm convidado os pais, os professores e os governos a proibir o uso de todos os dispositivos para crianças com idade inferior a 12 anos.

Você acha exagero? Veja a seguir 10 razões embasadas em pesquisas que provam que não:

1. Crescimento rápido do cérebro

Entre 0 e 2 anos, o cérebro da criança triplica de tamanho e continua em estado de rápido desenvolvimento até os 21 anos de idade. O desenvolvimento inicial do cérebro é determinado por estímulos ambientais ou pela falta dele. O estímulo a um desenvolvimento cerebral causado por exposição excessiva a tecnologia (celulares, internet, iPads, TV) foi mostrado afetar negativamente o funcionamento e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, aprendizagem deficiente, aumento da impulsividade e diminuição da capacidade de auto-regular, causando por exemplo "birras", ataques de raiva, etc.

2. Atraso no desenvolvimento

O uso da tecnologia restringe o movimento, o que pode resultar em atrasos nas funções motoras. Uma em cada três crianças agora entra na escola com atraso de desenvolvimento, impactando negativamente a alfabetização e o desenvolvimento acadêmico. O movimento aumenta a atenção e a capacidade de aprendizagem. Com isso, o uso da tecnologia por crianças com idade inferior a 12 anos é prejudicial também nesse aspecto.

3. Epidemia de obesidade

O uso da TV e vídeo game está correlacionado com o aumento da obesidade. As crianças que possuem dispositivos eletrônicos em seus quartos têm 30% de aumento na incidência de obesidade. Em locais onde o uso de gedgets na infância é ainda maior, como no Canadá e Estados Unidos, um em cada quatro canadenses e uma em cada três crianças americanas são obesas. E algo muito preocupante é que 30% das crianças obesas irão desenvolver diabetes e os indivíduos têm maior risco de acidente vascular cerebral e ataque cardíaco precoce, encurtando gravemente a expectativa de vida, conforme indica dados da Center for Disease Control and Prevention 2010. Em entrevista à BBC News, o professor Andrew Prentice disse que com base na estatística, crianças do século 21 podem compor a primeira geração onde muitos não vão viver mais que seus pais, grande parte devido à obesidade. 

4. Privação do sono

Você sabia que 60% dos pais não supervisionam o uso de tecnologia de seus filhos e 75% das crianças estão autorizadas a terem tecnologia em seus quartos? Dentre essas 75% com idade 9 e 10 anos são privadas de sono e como consequência, suas notas na escola estão negativamente impactadas?

5. Doença mental

Algo ainda mais grave é que o uso excessivo de tecnologia está implicado como a principal causa de taxas crescentes de depressão infantil, ansiedade, transtorno de apego, déficit de atenção, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento infantil problemático, mostram estudos de diferentes centros de pesquisa. Uma em cada seis crianças canadenses tem uma doença mental diagnosticada; muitas delas estão em uso de medicação psicotrópica perigosa.

6. Agressão

Há muito já discutido no Brasil, conteúdo de mídia violento pode causar agressividade infantil. As crianças estão cada vez mais expostas à crescente incidência de violência física e sexual na mídia hoje. Muitos jogos de vídeo game retratam sexo, assassinato, estupro, tortura, assim como fazem muitos filmes e propagandas de TV, com a diferença que os games incentivam os jogadores a cometerem os crimes. Os EUA classificaram a violência na mídia como um risco à saúde pública devido ao impacto causal sobre a agressão infantil.

7. Demência digital

Conteúdo de mídia de alta velocidade pode contribuir para o déficit de atenção, bem como a diminuição de concentração e da memória, devido ao cérebro eliminar trilhas neuronais no córtex frontal. Logo, crianças que não conseguem prestar atenção não conseguem aprender.

8. Vícios

Como os pais foram cada vez mais presos à tecnologia e ao superativismo, eles estão cada vez mais se afastando de seus filhos. Na ausência de apego dos pais, as crianças tendem a se conectar a dispositivos, buscar interações nas redes sociais, oque pode resultar em dependência. Segundo dados de 2009, uma em cada 11 crianças com idades entre 8 e 18 anos são viciadas em alguma tecnologia.

9. Emissão de radiação

Em maio de 2011, a Organização Mundial da Saúde classificou os telefones celulares (e outros dispositivos sem fio) como um risco categoria 2B (possível cancerígeno), devido à emissão de radiação. James McNames com a Health Canada, em outubro de 2011, emitiu um aviso de advertência dizendo: "As crianças são mais sensíveis do que os adultos a uma variedade de agentes - como seus cérebros e sistemas imunológicos ainda estão em desenvolvimento - então você não pode dizer que o risco seria igual para um jovem adulto quanto é para uma criança". (Globe and Mail de 2011).

Mais recentemente, em dezembro de 2013 o Dr. Anthony Miller, da Universidade da Escola de Saúde Pública de Toronto, no Canadá, recomendou que, com base em novas pesquisas, a exposição à radiofrequência deve ser classificada como 2A (provável concerígeno) que é visto de forma mais amena.

10. Insustentável

As maneiras pelas quais as crianças são criadas e educadas com a tecnologia já não são sustentáveis. As crianças são o nosso futuro, mas como será o futuro para pessoas desde a infância com overdose de tecnologia? Expostas a tantas consequências físicas, emocionais e psicológicas? Cuidar disso é urgente! É preciso que os pais e responsáveis se mobilizem a começar cem seus lares, imponham limites, regras de uso, a fim de reduzir o uso de tecnologia por crianças.

Que tal dar uma chance para os livros, brinquedos do armário, para os amigos e, por que não, para o papel em branco? Aposto que vão sair histórias muito mais cheias de finais felizes.

Fonte: Huffington Post via Mensageiro da Paz (edição setembro de 2014).

Belverede

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