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sexta-feira, 1 de julho de 2016

ONU - a maior instituição mundial violadora de direitos humanos


Foto: REUTERS/Leonhard Foeger 

Por Jarbas Aragão

Um relatório recente da Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos está causando grande debate na Europa. Segundo a avaliação do grupo de observadores da ONU que visitou o Reino Unido, há preocupação com o fato de crianças serem obrigadas a participar de serviços religiosos e de cultos.

Frequentar a igreja poderia ser uma “violação dos direitos humanos”, afirmam os responsáveis pelo Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. Portanto, recomendaram que o governo “revogue as disposições legais sobre frequência obrigatória a encontros de adoração coletiva”.

Seguindo uma tradição histórica, a maior parte do sistema educacional do Reino Unido está nas mãos de igrejas. Até o quinto ano, a participação em cultos religiosos faz parte das atividades, como aulas de ensino religioso. Só estão dispensadas caso os pais não autorizem ou pertençam a outra fé. O material compila 150 recomendações, apontando que a Grã-Bretanha pode estar violando a Carta da ONU sobre os Direitos da Criança em vários aspectos. No relatório não existe qualquer menção de violação de direitos humanos por parte da comunidade islâmica, que administra várias escolas.

Possivelmente por que o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos é Zeid Ra’ad Al Hussein, um príncipe jordaniano, que professa a fé muçulmana. Também foi ignorado o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU, que garante a todo ser humano a “liberdade de manifestar sua religião ou crença”, em público ou em particular.

David Burrowes, um parlamentar conservador, afirma que esse relatório, deve ser jogado no lixo, que é o seu lugar devido. “O ato coletivo de adoração não é um exercício de doutrinação. É reconhecer e respeitar a herança cristã do país e dar às pessoas uma oportunidade para refletirem”, disparou. Burrowes aproveitou para fazer uma cobrança séria: “A ONU deveria passar mais tempo fazendo o seu principal trabalho, de prevenção das guerras e do genocídio, em vez de meter o nariz nas salas de aula de outros países”.

Ele se referia ao fato da Organização se negar a reconhecer que existe um genocídio contra os cristãos em andamento no Oriente Médio.

Com informações de CBN via contatos no Facebook.
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Título original da matéria: ONU afirma que levar crianças à igreja é “violação dos direitos humanos”

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tela quente demais!

Por Genivaldo Tavares de Melo

Segunda à noite, Tela de Sucessos? Um filme com Steven Seagal. Terça, Tela Quente? E outros mais.

Vi um pedaço de cada. Como diz nas esquinas, o pau come solto do começo ao fim. As balas nunca acabam, dos revólveres e metralhadoras. Os golpes de lutas marciais permitem ouvir os ossos quebrando. E o herói ou vilão? Saindo de peito erguido.

Acordei em plena madrugada, orei agradecendo a Deus pelas horas de sono, benditas horas; uma preocupação na minha mente, outra na ponta dos dedos para digitar algo que certamente nos ajude a compreender o porquê de tanta matança, principalmente nas escolas, e com protagonistas cada vez mais jovens, chegando à infância.

Percorri o labirinto da minha memória, para encontrar os filmes de Chaplin, o Gordo e o Magro, Cantinflas e outros grandes comediantes.

Quando garoto, a minha maior diversão, além das brincadeiras de rua, era o cinema. Toda matinê eu estava lá, curtindo os filmes no meio daquela algazarra a cada movimento engraçado dos atores. Ops! Tinha também os filmes de faroeste. Quem não se lembra de John Wayne, Kirk Douglas e outros atores interessantes? Lembro-me também que mesmo esses filmes de ação, sem excluir até o Lampião, Rei do Cangaço, ninguém enfiava a mão na goela do inimigo para puxar o estômago para fora.

Vamos ao que interessa:

Lembro-me que nos filmes de ação, o mocinho sempre vencia e eu, como criança, percorria a distância entre o cinema e a minha casa, voando nas nuvens, feliz porque o mocinho tinha feito justiça. Eu queria ser como ele, fazer justiça, como não podia, era muito franzino, ficava feliz da vida pelo fato de alguém fazer justiça por mim.

Vivemos tempos em que homens nas áreas de humanas, psicólogos, sociólogos, educadores e todo mundo tenta entender o que leva uma criança a empunhar uma arma e destruir vidas inocentes.

Os filmes a que assistia, tinha um forte efeito no meu emocional, só não chegava a ser devastador porque o enredo não era pesado.

Pense em uma criança hoje. Não tem mais brincadeira de rua, os games, que na minha época, nem mesmo Aldous Huxley, em “O admirável mundo novo” teria previsto, estão aí, levantando a adrenalina da garotada, que buscam um maior grau de violência para se divertir.

A resposta está na capacidade de absorção de cada individuo. Nem todos tem a mesma estrutura para assistir ou conviver com a violência sem se apossar dela, como se um demônio fosse - e vai ver que é.

Da ficção à realidade há um passo, e o estrago está feito. Um revolver escondido em casa é o suficiente para completar a ideia da criança, que ela protagonizará a maior cena de heroísmo. Pena que às vezes nem desconfia que não poderá assisti-la nos jornais eletrônicos.

Tem solução? Creio que sim, mas é preciso deixar muita gente danada de raiva, é preciso se impor contra o lixo televisivo despejado nas salas de casa, é necessário que baixe o fogo da ganância por lucro e ibope fáceis; todos terão a ganhar com uma atitude politicamente correta.

Belverede

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